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Elas invadiram o Shopping!

 

De Célia Regina Forte

Direção José Possi Neto
 

 

com

 

Leopoldo Pacheco, Elias Andreato,

 Romis Ferreira e Eucir de Souza

 De volta ao Teatro Shopping Frei Caneca em curta temporada.
 
Após grande sucesso de público em São Paulo em 2007, no Rio de Janeiro no início de 2008 e no Teatro Renaissance e Teatro Jardim São Paulo no começo deste ano, Amigas, pero no mucho, de Célia Regina Forte fará curta temporada no Teatro Shopping Frei Caneca, aos sábados e domingos.
 
Leopoldo Pacheco, Elias Andreato, Romis Ferreira e Eucir de Souza dão vida às quatro amigas que já fizeram mais de 40 mil pessoas rirem com as inusitadas situações por elas vividas.
 
Com direção de José Possi Neto, composição musical de Miguel Briamonte. Jonatan Harold no piano e participação especial em áudio de Denise Fraga, a comédia Amigas, pero no mucho, enfoca o encontro de quatro amigas em uma tarde de sábado. Com humor cáustico, ironia e irreverência, elas falam sobre suas dissimulações, devaneios e dores. Quatro mulheres bem-sucedidas ou não, comuns e sofisticadas que numa única tarde lavam a roupa suja de tantos anos de amizade. Mulheres que se amam e se odeiam ao mesmo tempo. Amigas... Amigas, pero no mucho, enfim.
 
O texto, originalmente escrito em 2004 para quatro atrizes, que teve a supervisão de Paulo Autran numa leitura pública, traz nessa versão, quatro atores interpretando as personagens, com um final inusitado.
 
Teatro Shopping Frei Caneca

Rua Frei Caneca, 569 - 6º Andar.
Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230
Vendas por telefone: (11) 2163-2000 / www.ingressorapido.com.br
Grupos: (11) 3472-2226
Bilheteria: de terça à quinta, das 13h às 19h; de sexta a domingo, das 13h até o início do espetáculo.

Sexta-feira, dia 26 de junho, às 23h59 estréia a comédia de Stand UP Fuzilandu com Rudy Landucci, Fuzil e Renato Tortorelli.

Teatro Shopping Frei Caneca(600 lugares)
Rua Frei Caneca, 569 - 6º Andar.

Informações: (11) 3472-2229 e 3472-2230

Vendas por telefone: (11) 2163-2000 /
www.ingressorapido.com.br

Grupos: (11) 3472-2226

Bilheteria: de terça e quinta, das 13h às 19h; de sexta a domingo, das 13h até o início do espetáculo.

Sextas às 23h59m;

Duração: 80 minutos.
Recomendação: 12 anos

Estreia: dia 26 de junho.
Temporada: até 31 de julho

Marília Pêra interpreta no palco uma cantora desafinada


Marília Pêra participou da coletiva de imprensa da peça "Gloriosa" nesta sexta-feira (29), no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. A atriz interpreta uma cantora decadente dos anos 50 no espetáculo. A atriz Guida Vianna e o ator Eduardo Galvão, que integram o elenco, também estiveram no evento.

  
Fotos por Wilson Melo

 
Marília Pêra repetiu sua rotina espartana para compor a protagonista do musical Gloriosa, que estreia no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Ela tomou conhecimento de todas as canções que iria cantar, ensaiou durante um mês, fez preparação vocal até chegar o momento mais inusitado de sua carreira: aprender a desafinar. “Isso porque, no palco, interpreto uma cantora que não acertava uma única nota musical”, explica a atriz. “Foi uma verdadeira desconstrução de minha voz.” Marília sempre gostou muito de música, estudou piano desde cedo, desta vez teve que estudar partituras corretas para poder desafinar.


 
Reconhecida pelo virtuosismo no canto e na interpretação, que a permitiu viver divas como Maria Callas, Marília Pêra vive agora outro papel inspirado em um personagem real, mas uma mulher cafona, que se vestia mal e cantava pior ainda e exibia uma bondade extrema: Florence Foster Jenkins (1868-1944), soprano americana que se tornou uma lenda em Nova York nos anos 1940 pela desafinação e falta de ritmo com que entoava peças clássicas de Mozart, Verdi e Strauss.


 
Florence deixou gravadas nove árias, hoje disponíveis em CD. Marília Pêra ouve as canções diariamente para detectar as falhas da americana. “Ela só acertava uma em quatro notas no agudo.” Gloriosa apresenta dois momentos distintos. O início é cômico, com a excentricidade e a desafinação de Florence provocando gargalhadas. Logo, o drama, com as críticas que lhe apressaram a morte. “É difícil conter as lágrimas”, acredita a atriz.

GLORIOSA

De 5 de junho até dia 2 de agosto.
 No Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823).
Quinta e sábado às 21h; Sexta às 21h30; Domingo às 18h.
A bilheteria funciona de terça a domingo das 14h as 19h, ou quem preferir pode acessar
www.ingressorapido.com.br


   Heloisa Périssé estréia Advocacia

A atriz vive a advogada incompetente e corrupta Yasmim Robalo rodeada por assistentes preguiçosos e golpistas.

Heloísa Périssé junta-se a cinco atores homens para reinar absoluta como uma advogada pilantra na peça de Bernardo Jablonski com direção de João Fonseca. O resultado, claro, é muita risada. A atriz parece ver o mundo sob uma ótica muito especial e feliz.

A peça "Advocacia Segundo os Irmãos Marx", que estréia para o público na sexta-feira (05). A peça conta a história de Yasmim Robalo, advogada incompetente e corrupta rodeada por assistentes preguiçosos e golpistas (interpretados por Wilson de Santos, Robson Nunes, Alex Moreno, Flavio Baiocchi e Alexandre Pinheiro). Juntos, eles interpretam 32 personagens, femininos e masculinos.

Como indica o título, a peça foi baseada em textos dos Irmãos Marx, cujo humor mostra-se de uma atualidade surpreendente. Mas é Heloísa quem rouba a cena. Dona de um magnetismo forte e inexplicável, ela uniformiza a platéia – do intelectual ao alienado, ninguém deixa de achar graça – dos mais escrachado aos mais comedidos.

Montada experimentalmente no Tablado (Rio de Janeiro) no início dos anos 1990, "Advocacia Segundo os Irmãos Marx" já foi apresentada no Rio, Salvador e Teresina e espera-se que agrade aos paulistas, cujo humor é considerado diferente dos cariocas. O sucesso de Heloísa na televisão e no espetáculo "Cócegas", com a parceira e amiga Ingrid Guimarães, já sinalizam o que o público pode esperar. “É para rir e ponto”, diz a atriz, explicando que não está preocupada com qualquer conteúdo crítico neste momento. Melhor assim.

ADVOCACIA SEGUNDO OS IRMÃOS MARX

Teatro Folha, São Paulo
Av. Higienópolis, 618 – Shopping Higienópolis
Sextas às 21h30h; sábados, às 20h e às 22h; domingo, às 20h
Telefone: (11) 3823-2737





A BELA E A FERA
 

Dias 20, 21, 27 e 28 de junho
sábados, às 18h30 e domingos, às 16h

 

O Grupo Tom Brasil e a Black & Red Produções apresentam uma versão inédita do espetáculo “A Bela e a Fera”. Dirigido por Billy Bond, o musical terá, pela primeira vez no Brasil, RECURSOS EM 3D durante a apresentação. O espetáculo ficará em cartaz, em curtíssima temporada, dias 20, 21, 27 e 28 de junho, no HSBC Brasil.

             

             

 

Inúmeras montagens de “A Bela e Fera” já encantaram milhões de espectadores pelo mundo todo. Dessa vez, o diretor Billy Bond pretende inovar. O musical terá 05 telões com imagens em 3D, recursos de gelo seco e equipamentos que fazem a platéia se encantar. Os diálogos e as músicas são em português, além de muitos efeitos especiais e de iluminação. 

              

              

 

A produção do musical conta com 200 profissionais, entre eles 22 atores que interpretam 40 personagens. O espetáculo conta ainda com mais de 180 figurinos, 04 cenários giratórios, 15 trocas de palco, 10 toneladas de equipamentos, muita pirotecnia e efeitos visuais deslumbrantes. Os diálogos foram adaptados pelo músico Billy Bond, com cuidados especiais com a dicção.

 

Sinopse

Em uma pequena aldeia vive a Bela uma jovem inteligente que é considerada estranha pelos moradores da localidade. O seu pai Marcel, um ex-comerciante que perdeu toda sua fortuna, se converte em um inventor que é visto por todos na cidade como um louco.

             

             

 

Ela é cortejada por Gastón, um desastrado galã que pretende casar com ela. Mas apesar de todas as jovens do lugarejo o acharem um homem bonito, A Bela não o suporta, pois vê nele uma pessoa primitiva e horrorosa.

             

              

             

 

Quando o pai de Bela é ameaçado covardemente de perder sua casa por Gastón, caso Bela não case, ela foge e se perde nos bosques durante uma tormenta. Para escapar dos lobos que a perseguem, procura abrigo em um castelo, tornando se prisioneira da Fera, o senhor do castelo, que na verdade é um príncipe que foi amaldiçoado por uma feiticeira quando negou abrigo a ela.

             

                  

 

A Fera e os "moradores" do castelo que lá vivem, e também foram transformados em objetos falantes, sentem que esta pode ser a chance do feitiço ser quebrado. Mas isto só acontecerá se a Fera amar alguém e esta pessoa retribuir o seu amor. Só que tem de ser rápido, pois quando a última pétala de uma rosa encantada cair, o feitiço não poderá mais ser desfeito.

             

 

Inspirado no livro original, musicais da Broadway e no livro e filme de Jean Cocteau, o espetáculo é baseado na obra de Jeanne Marie Leprince, que em 1748 publicou sua primeira obra “O triunfo da verdade”. Entre 1750 e 1780 escreveu quatro volumes de contos, entre os quais estão os mais conhecidos em: “Le Magasin dês Enfants” (A Revista das Crianças) que inclui o conto “A Bela e a Fera” e no filme de Jean Cocteau e as inumeráveis montagens na Broadway e no mundo.

             

 

A Realizadora

A Black & Red Produções iniciou em outubro de 2005, o mais importante e significativo projeto cultural dos últimos tempos, o “Ciclo de Homenagem aos Grandes Clássicos da Literatura Infantil”. O projeto contempla quatro grandes produções no estilo Broadway. 

             

 

A primeira foi “O Mágico de Oz”, prestigiado por mais de 1.800.000 mil pessoas em toda América Latina. O segundo espetáculo, Pinocchio - “O Musical”, estreou em 2006 aplaudido por mais de 900.000 em todo Brasil. O terceiro é este “A Bela e a Fera” e o quarto ainda é uma surpresa para o público brasileiro.

             

 

Com a implantação deste ousado e inovador empreendimento, o público das principais capitais passou a ter acesso a uma gama de espetáculos com qualidade jamais vista fora do eixo de Rio - São Paulo.

 

Sobre a Autora

Jeanne Marie Le Prince nasceu em Rouen, France em 1711. Foi uma educadora na corte de Lorena, ensinando música e boas maneiras para as crianças da cortes. Casou-se com M. de Beaumont, porém o casamento acabou precocemente e assim foi pedida sua anulação. Em 1748 publicou sua primeira obra: “O Triunfo da Verdade, o Memorial de Madame de La Villette”. Em 1750 deixou sua filha em um internato e se mudou para Londres onde se foi trabalhar lecionando para moças da nobreza. Escreveu livros inspirado nos periódicos ingleses, tratados de educação para crianças e adolescentes.

 

Jeanne Marie fundou uma coleção literária e científica, na França, destinada à juventude. Entre 1750 a 1780 escreveu quatro volumes de contos, entre os quais estão os mais conhecidos em: Le Magasin dês enfants (a revista das crianças) publicado em 1757, que inclui o conto ”A Bela e a Fera”. Nessas revistas a autora estimula os jovens e crianças a pensar, refletir e falar sobre seus defeitos para poder corrigi-los. Madame Jeanne se preocupava com a essência do ser humano, queria que os jovens aprendessem a ouvir seus corações. Casou-se com o inglês Thomas Pichon, com quem teve 6 filhos. Madame Jeanne Marie morreu em 1780.

 

Ficha Técnica

 

A BELA E A FERA – “O Musical”

Obra baseada no livro original de Jeanne Le Prince

 

Adaptação: Marise Monteiro, Billy Bond e Lilio Alonso

Diretor geral de dramaturgia: Billy Bond, Andrew Mettine

Direção: Ivan Parente, Jean Lafitte

Assistentes de direção: Marcio Maltinbuono e Jean Luc  Garré

Diretora de cena: Rose Fiorentinni

Arranjos e direção musical: Rafael Reghini e Vila

Adereços e próteses: Renato Silva e George Abalos

Designer de coreografia: Hugo Mosser Wallace

Assistente de coreografia: Alice Princeton

Designer de cenografia: Billy Bond, Andrew Mettine

Realização cenográfica: Paul Veskasky e George Metti

Designer de figurinos: Roger de Vitto, Isabela Telles e  Edson Braga

Designer make up artist: Beto França e Isabel Del Moro.

Assistente make up: Valter Sabino

Designer de som: Paul Gregor Tancrew

Designer de luz: Paul Stewart

Efeitos especiais: Gabriele Fantine

Filmes e animações: George Feller e Lucas Médici

Fotos: Chico Audi (Brasil)

  

Equipe Técnica Brasil:

 











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